haja corazón


Nenhum francês aqui

Concentração brasileira na frente dos bares Maluco Beleza e Bar do Bahia.



Escrito por Fabiano Goldoni às 20h32
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Desclassificação

Sempre que me perguntavam se o Brasil seria campeão, eu dizia "temos os melhores jogadores, mas não temos um time". Os argentinos achavam que isso era cábala, que eu não queria demonstrar a mesma certeza que muitos tinham que o Brasil levaria o hexa. A única coisa que eu vou dizer na segunda-feira para justificar a vergonha que passamos hoje é "Eu avisei".



Escrito por Fabiano Goldoni às 20h05
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Joga Trés Jolie!

Eu sabia! Estávamos tão preocupados uns com os outros que esquecemos que, antes, um tinha que passar pela Alemanha em casa e o outro pela França do Zidane.

Agora, vamos esperar o que a galera vai dizer na segunda... O pior é que eles até têm porque tirar sarro da gente, afinal, não jogamos nada.

Aguardamos o que o nosso enviado Fabiano Goldoni vai nos mostrar da "festa que não aconteceu" em algum bar brasileiro em Buenos Aires.

Estamos todos fora da Copa (menos o Felipão), mas, por favor, não abandone já o nosso blog!

Escrito por André Takeda às 19h11
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Destruir o seu inimigo é destruir a você mesmo



Agora que a seleção argentina já caiu, fico lembrando de uma frase do Schumacher quando o Senna morreu. Se não me engano, ele disse que havia perdido a graça. Viver no meio dos inimigos, dos maiores rivais, faz com que a gente precise deles para ter uma vitória melhor. Não queria, de jeito nenhum, uma final do Brasil e a Argentina (não pelo jogo, que seria do caralho, mas por me preocupar com a minha segurança). Mas torcer contra os hermanos, me divertir com o jeito doido que eles torcem aqui e descobrir como o futebol pode ser ainda mais apaixonante quando se está em terras portenhas, tudo isso era uma das partes mais legais da Copa até agora.

Escrito por André Takeda às 12h54
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Sábado

Amanhã os Argentinos também vão torcer para o Felipão pois o jogo é contra um rival tão odiado por eles quanto o Brasil. Para quem aterrisou hoje no planeta Terra, estamos falando da Inglaterra, uma ilhota úmida no noroeste da Europa. Aproveito para colocar essa foto dele tomando mate para que os argentinos se identifiquem um pouco mais com o homem.

Depois de Portugal x Inglaterra, vamos para o Maluco Beleza ver o Brasil mandar os Franceses pra casa.

 



Escrito por Fabiano Goldoni às 22h00
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A culpa é do Maradona?

A tal cábala, a mandinga, funciona.

O Maradona, que até agora estava vendo todos os jogos nos estádios e era uma espécie de "amuleto" da seleção argentina, não estava em Berlim hoje.

E deu no que deu.



Escrito por André Takeda às 20h52
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Anti-sponsor do Brasil

Voltamos à rivalidade agora. A cerveja Isenbeck lançou uma campanha aqui na Agentina onde eles se dizem ANTI-PATROCINADORES DA SELEÇÃO BRASILEIRA. Por quê? Porque a Quilmes, patrocinadora oficial da seleção argentina, hoje é da Ambev, uma empresa brasileira. Eles lançaram diversos comerciais incentivando a galera a secar o Brasil. Este aqui é o último, onde eles supostamente mostram o telefone da concentração da nossa seleção. Será que o número funciona?



Escrito por André Takeda às 19h07
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Reforço brasileiro

 

Para vocês não acharem que estamos fazendo média com a turma do trabalho, temos como testemunha a são paulina Dani Mel (que até torceu pelo Tevez). Ela está de prova que ficamos verdadeiramente chateados pela eliminação no pênaltis. Sonhávamos com uma goleada para justificar toda corneta que tínhamos preparado para os hermanos.



Escrito por Fabiano Goldoni às 17h43
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Raça!

Sempre fui fã do Ayala. Por mais que tenha pensando "putz, gol da Argentina!", me deu um sentimento de inveja ao ver o olhar do cara depois de marcar o seu contra a Alemanha. Eu realmente queria ver este olhar nos jogadores brasileiros. Talvez seja por isso que eu seja tão fã do Felipão.

Este blog nasceu da idéia de contar como dois brasileiros vivem a Copa no país rival. É claro que a gente torceu contra e fez piadas com a seleção do Ayala (que não merecia ter perdido aquele pênalti). Mas hoje eu tiro o chapéu ao time do José, esqueço toda a confusão das últimas semanas, e digo: foi triste.

Aos nossos amigos argentinos, fica aqui o recado. Vocês não precisam torcer pelo Brasil. Não espero isso. Mas, quem sabe, a gente pode torcer junto por Portugal. Afinal de contas, amanhã eles pegam a Inglaterra...



Escrito por André Takeda às 16h43
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Injustiça

Temos que admitir: eles jogaram melhor os 120 minutos. Deixaram a Alemanha acuada e não fizeram o segundo gol porque o goleiro não deixou. É certo que nós passamos mais de dois meses tirando onda e fazendo piadas aqui, porém ficamos decepcionados porque o placar foi realmente injusto. Fica a nossa homenagem à torcida que não merecia ver a Argentina sair da Copa dessa forma.



Escrito por Fabiano Goldoni às 16h07
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Auf wiedersehen, Argentina!


10 e meia em Buenos Aires.


Todos os canais de TV estão com um relógio marcando a contagem regressiva para o jogo da Argentina contra a Alemanha.


Os nossos companheiros de trabalho estão com um misto de felicidade por ver mais um jogo e um nervosismo dos diabos.


Eu e a esposa somos fãs do reality show Project Runaway. Então, vou parafrasear a frase da Heidi Klum: "no futebol, ou você é in ou você é out... Argentina, você é out... Auf wiedersehen!".


 



Escrito por André Takeda às 11h33
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Futebol com empanadas

Amanhã é dia de jogo da Argentina.

E, como é ao meio-dia, vai ter empanadas para a galera comer. O Haja Corazón, que sempre vai atrás da melhor informação para vocês, mostra uma entrevista exclusiva com elas... AS EMPANADAS ARGENTINAS.



Escrito por André Takeda às 22h38
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A vingança do Alemão

Uma das coisas que os argentinos usam para nos provocar é repetir “Alemão! Cadê o Alemão!”. É uma referência ao meio-campista que deixou o Maradona passear livre pelo campo do Brasil na jogada em que ele passa para o Caniggia fazer o gol que tirou o Brasil da Copa de 90.

 

 

Amanhã, o Alemão e todos os seus compatriotas terão uma nova chance de impedir que o Maradona comemore outra vitória argentina em Copas do Mundo. Vê se não marca bobeira dessa vez, alemão!



Escrito por Fabiano Goldoni às 15h48
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Torcida legendada

Você sempre quis saber o que os argentinos tanto cantam nos estádios? Taí a resposta.



Escrito por André Takeda às 14h28
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Pessimismo disfarçado

NENHUM argentino apostou em vitória da Argentina contra a Alemanha no bolão da firma. Os mais otimistas apostaram em um empate. Dizem eles que é cábala (a chamada "mandinga"), pois dá azar dizer que vai ganhar. Semana passada, mostraram uma imagem da torcida argentina na Alemanha ,carregando uma réplica da Copa em tamanho gigante. Os comentaristas tiveram um ataque histérico: "Tira essa imagem! Corta! Corta! Isso dá azar!"

Fica a pergunta: a mandinga é verdadeira ou será que isso é pura falta de fé?

 



Escrito por Fabiano Goldoni às 13h10
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Antidoping

Ontem eu estava revirando a internet para encontrar alguma manchete de jornal do dia em que pegaram o Maradona no antidoping em 94. Aí me deparei com uma frase no mínimo genial.

"SE FIZESSEM UM UM ANTIDOPING EM NÓS ARGENTINOS, TERÍAMOS MARADONA NO SANGUE, E NINGUÉM NEGARIA ESTE VÍCIO."

 



Escrito por André Takeda às 12h23
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O importante é ter fé

Eles ainda acreditam.

Tanto que a Quilmes colocou esse comercial no ar há poucos dias.



Escrito por André Takeda às 00h31
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Maradona sempre o mais grande da Argentina

Decidi listar uma série de motivos para provar que o melhor para a Argentina é perder a Copa.

 

O Kirchner vai usar o campeonato para se reeleger.

 

Os argentinos sempre jogam papel picado quando comemoram e isso vai sujar as ruas das cidades.

 

É preciso manter o mito de que só o Maradona é capaz de dar alegrias ao povo.

 

O tango nasce do sofrimento, da perda, e o país está passando por uma renovação do tango e não podemos deixar a alegria estragar tudo.

 

Jogadores que ainda estão no país, como o goleiro Pato, serão valorizados e vão deixar o país. Isso significa menos impostos para o crescimento econômico e social da Argentina.

 

Se chegarem ao tri, vão se igualar à Alemanha e Itália. E a Argentina não pode ser igual a estes países porque é melhor.

 

A comemoração excessiva com vinhos vai fazer com que cresça a demanda interna da bebida e falte produto para as exportações. E, vocês sabem, o país ganha muito dinheiro lá fora com vinho.

 

O número de bebês com o nome José, em homenagem ao técnico da seleção, irá aumentar. E José é um nome tipicamente brasileiro.

 

A Argentina será lembrada como o país do futebol. E, neste momento, a terra do Maradona está ganhando o mundo com o basquete, o rúgbi e o tênis. É preciso continuar incentivando os novos talentos nestes esportes.

 

Aceitamos contribuições.



Escrito por André Takeda às 20h36
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A lenda mais grande do mundo

Não sei exatamente os motivos, mas existe uma lenda aqui que nós brasileiros costumamos dizer que SOMOS OS MAIS GRANDES DO MUNDO. Por exemplo: TEMOS O FUTEBOL MAIS GRANDE DO MUNDO, SOMOS O PAÍS MAIS GRANDE DO MUNDO, O NOSSO CARNAVAL É O MAIS GRANDE DO MUNDO. Eu tento explicar que MAIS GRANDE não existe, que é um erro horrível, que isso me faz lembrar as minhas irmãs me corrigindo quando falava assim quando era criança. Mas não adianta. A lenda continua. E aí aparece a capa do Olé de hoje.



Escrito por André Takeda às 11h29
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Segredos de um clássico

Sexta, Argentina e Alemanha voltam a se enfrentar numa Copa do Mundo. Veja o que Klinsmann e Maradona têm a dizer sobre o último confronto entre as duas seleções na final da Copa de 90.



Escrito por Fabiano Goldoni às 23h23
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Sobre a integração latino-americana

A provocação aqui no trabalho agora está mais calma. Digamos que está mais irônica. Agora todos estão nos chamando de Hexacampeões. Eu fui até o outro andar da firma usar o FAX e ouvi uma frase bem interessante: "não vai acontecer um jogo Brasil e Argentina porque a FIFA não vai deixar dois países da América Latina se enfrentarem na final".


Ou seja, já tem gente inventando desculpa.


Mas as desculpas é assunto para outro post.



Escrito por André Takeda às 19h33
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Exemplo do Sarney

É isso, meus amigos, vamos nos inspirar com essa placa: INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA. Em outras palavras, vamos nos unir com todos os descendentes de alemães na América Latina e torcer pela bandinha do tio Klinsmann.

E foi beeeeeeeem melhor ver o jogo lá na Embaixada. Muitos engravatados, crianças histéricas, narração do Galvão Bueno e cerveja Brahma. Sinto que a Copa finalmente pode ser divertida!



Escrito por André Takeda às 18h34
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Refugiados na embaixada

Para evitar maiores transtornos com nossos colegas argentinos, fomos até a embaixada brasileira para ver o jogo Brasil x Gana. Foi bem melhor do que o último jogo e ainda deu pra matar a saudade da narração do Galvão, dos comentários que nunca mudam do Arnaldo e das análises nada óbvias do Casa Grande e do Falcão.

 

Veja o show do intervalo com direito a Brahma e cachorro quente:



Escrito por Fabiano Goldoni às 15h57
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Isso é Copa!

Saldo parcial da Copa até agora.

1. Quase todo dia levo um pito da patroa.
2. Briguei com o vizinho (culpa dele).
3. Fiquei irritado, de birra e fui grosso com o pessoal do trabalho (culpa minha e deles também).
4. As minhas orelhas (que não são pequenas) já ficaram vermelhas de irritação umas 10 vezes.
5. Machuquei a mão quando Brasil empatou contra o Japão.
6. Por incrível que pareça, senti saudades do Galvão Bueno.
7. Alguém já me mandou voltar ao Brasil (acho que foi de brincadeira, mas está valendo).
8. Comi mais empanadas e medialunas do que geralmente como em um mês.
9. Tenho dores no corpo todos os dias só de pensar nas seguintes hipóteses: a. o Brasil ser eliminado; b. a Argentina ser campeã; c. uma possível final entre os dois países.

Aguarde a atualização depois da final.

Escrito por André Takeda às 01h02
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Zen!!!!

Acabo de levar um sermão da patroa sobre o meu stress mundialito e decidi que este vídeo representa o meu novo ser daqui a diante. Se você achava que era fácil ver uma Copa do Mundo na Argentina, meu amigo, você não tem nem idéia. É uma das experiências mais atormentadoras que já vivi.



Escrito por André Takeda às 21h34
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Pênaltis

O jogador argentino que está se auto-atolando os calções na bunda é o Martin Palermo, atual centroavante do Boca Juniors. Na Copa América de 1999, ele perdeu três pênaltis num mesmo jogo contra a Colômbia. Se não me engano, essa foto mostra a reação dele ao perder a segunda cobrança. Imagina o que ele não fez quando errou a terceira.

Lembramos dele porque hoje a Suíça prestou uma homenagem ao jogador e seu feito histórico perdendo todos pênaltis diante da Ucrânia. O jogo foi horrível e os penais, no melhor estilo Palermo: 3 x 0 para a Ucrânia.



Escrito por Fabiano Goldoni às 20h10
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Fair play

Existem pessoas dizendo que estou falando mal demais da Argentina depois de não terem me deixado ver o jogo do Brasil em paz.

É preciso, então, esclarecer as coisas.

1. Grande parte do que falamos aqui é piada, é chiste. O que é verdade é que não quero que a seleção argentina vença. Mas é verdade também que a maioria dos argentinos não querem que o Brasil vença. Normal.

2. Eu realmente não gostei de ser incomodado no dia do jogo da seleção. Pô, Copa é de quatro em quatro anos. Eu teria a mesma reação se estivesse no show do Wilco (minha banda predileta) e tivesse um fã do Metallica ao lado dizendo que aquilo é música ruim. E, para evitar mais irritações de todas as partes, não faço mais brincadeiras sobre jogos e nem vou ver mais uma partida aqui.

3. Como disse em um post anterior, o pessoal do meu trabalho é nota 10. Os argentinos realmente tratam bem os brasileiros. Menos o meu vizinho Freddie Mercury, claro. Adoro Buenos Aires. Já falei mil vezes que prefiro Buenos Aires a São Paulo. O que não me impede de ficar com raiva por causa de futebol de vez em quando.

4. Existem muitos carros velhos aqui sim. Mas não acho que isso seja sinônimo de pobreza ou qualquer coisa parecida. Eu tenho até a teoria de que os argentinos se apegam mais às coisas que nós. E que ostentam menos, o que eu acho genial. Além disso, eu odeio carros.

5. Como vou odiar um povo que fabrica os sorvetes que fabrica? Que tem as carnes que tem? Que tem os mullets que tem? Que tem esse espírito piqueteiro para ajudar os outros?

6. Mas, vejam bem, estamos em época de Copa. E Copa é guerra. Por isso, para ficar no fair play quero ficar quieto, no meu canto, torcendo com brasileiros. E se uma piada aqui ofender os argentinos, desculpe, mas a gente perde o amigo mas não perde a piada.

E, agora, uma prova de que não odiamos vocês.

Na verdade, estou até quase amando vocês. Brincadeirinha. Também não preciso exagerar.



Escrito por André Takeda às 14h54
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Segunda-feira, o melhor dia da semana

Vir trabalhar no dia seguinte de uma vitória da Argentina é como entrar por engano num Simpósio Sobre a Nova Conjuntura do Direito Penal na Tailândia. As pessoas só falam sobre coisas que você faz questão de não saber e, se der aquela vontade de opinar, é porque surgiu na sua cabeça alguma piada que só você vai entender.

 

Isso significa que hoje eu estou com uma vontade tremenda de trabalhar, de cobrar prazos, de lembrar as pessoas que é preciso adiantar aquele trabalho que vai ficar parado durante o jogo de sexta. Enfim, o desejo de produzir, de ser pró-ativo, de aumentar os lucros da empresa nunca foram tão importantes para mim como hoje. E toda conversa sobre futebol precisa ser dissipada o mais rápido possível.



Escrito por Fabiano Goldoni às 12h47
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Como era o mundo quando a Argentina ganhou a última Copa

 

A moeda do Brasil era o Cruzado.

 

A grande sensação da música pop era Nina Haggen.

 

Não existia o CD player.

 

Os Goonies eram um sucesso de bilheteria nos cinemas. E o filme Curtindo a Vida Adoidado estava sendo anunciado para o próximo verão.

 

A Copa tinha seleções, como: Alemanha Oriental e União Soviética.

 

Ninguém perdia um capítulo de Selva de Pedra, Roda de Fogo e Cambalacho.

 

Ayrton Senna ganhava sua terceira corrida pela Lotus e Nelson Piquet tentava o tri-campeonato pela Williams.

 

A Sega lançava o Master System no Brasil.

 

O Fusca ainda era fabricado, mas algumas pessoas preferiam os modernos Chevette 1.6.

 

Todos esperavam ansiosos pela aparição do cometa Halley.

 

O acidente em Chernobyl, lembra? Ah, desculpa, você deve ter menos de 20 anos.



Escrito por Fabiano Goldoni às 20h36
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Portugal é o Rio Grande do Sul na Copa!



Uma coisa que vocês devem saber sobre os gaúchos. Primeiro, somos GAÚCHOS. Depois, brasileiros.

E para um gremista, como eu, é impossível não torcer pela seleção portuguesa do Felipão. O jogo de hoje contra a Holanda me fez lembrar os bons duelos do Grêmio e Palmeiras na era Scolari. Muito mais raça que técnica. Mais vontade que talento. Mais cartões que dribles. Técnico, pra mim, tem que ser que nem o Felipão: torcedor até o último grito.

Agora é só acabar com o almofadinha do Beckham!


Escrito por André Takeda às 19h07
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Rio Maradona

Um dos temas que mais gosto em relação à Argentina é o Maradona. Acho sensacional que o povo ame o cara do jeito que ama, desse jeito incondicional e, sobretudo, irracional. Agora li em um site que o Maradona disse que torceu como um argentino qualquer no jogo de ontem contra o México. Nesta frase já está implícito que tanto ele quanto os argentinos não pensam que ele é um argentino qualquer. Talvez não seja mesmo. Mas isso é culpa dos próprios argentinos.



Por exemplo, três adolescentes de Bariloche decidiram batizar um rio com o nome de Maradona. Mas quem decide os nomes é o governo, então eles fizeram tudo por sua conta. Foram lá e colocaram a plaquinha com o nome do eterno camisa 10. Só que, no outro dia, alguém retirou a placa. E aí começou a confusão. Fizeram protestos, a TV apareceu por lá, a notícia saiu nos jornais. Dois anos depois, os três marmanjos decidiram repetir a façanha. Segundo o que li em sites de fãs do Maradona, apesar do governo não ter aprovado, agora o rio se chama Maradona. Porque, segundo eles, esta história está marcada no coração de todos os argentinos. Genial!



Escrito por André Takeda às 13h02
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[ ver mensagens anteriores ]
 

Dois brasileiros, André Takeda e Fabiano Goldoni, vão assistir a Copa do Mundo de 2006 na Argentina. Como diria o grandioso, magistral, inenarrável, fulgurante, Galvão Bueno, "que drama, meu amigo!".

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